Arquivo da categoria: Cordel: Provérbios Engraçados

SEXTA FEIRA É DIA DE IR A BODEGA

Uma bodega no meio da AugustaEspaço cultural Bodega do Brasil, localizado na Rua Augusta, agita noites das sextas-feiras Amanhã a partir das 17h é dia de cultura popular na Bodega do Brasil, realizado no Espaço Cineclubista,1239, na Rua Augusta. Inaugurado na última sexta-feira, 16, a Bodega do Brasil reúne músicos, artistas e simpatizantes da cultura popular brasileira. O projeto, idealizado pelos artistas Costa Senna, Luiz Wilson, Fatel Barbosa, Daniella Almeida, Cacá Lopes e Júbilo Jacobino, tem como principal objetivo, fortalecer ainda mais a cultura popular de forma atrativa e informativa ao público. No Nordeste, uma Bodega é caracterizada pela venda de artigos práticos e utilitários ao dia-a-dia. Seguindo tal raciocínio, a cultura torna-se o principal produto da Bodega do Brasil, com artistas a oferecer muita música, literatura e seus artigos culturais tais como, CDs, DVDs, livros e afins, além de comidas regionais e bebidas. A festa vai até as 21h. “São Paulo possui muitos artistas do gênero popular regional e esse espaço reunirá o melhor da classe num só lugar”, revela Costa Senna, um dos organizadores do projeto. Conhecido por organizar vários projetos culturais, o Centro Cineclubista revela agora através da Bodega do Brasil, uma nova opção numa das ruas que mais reúnem tribos em São Paulo, a Rua Augusta. “A Bodega funcionará como ponto de encontro de amigos depois do trabalho. Sempre uma hora antes do fim da festa, um trio de forrozeiros esquentará o salão tocando muito forró pé-de-serra”, explica Cacá Lopes. Serviço:Bodega Brasil- o tira gosto cultural da sua sexta-feiraTodas as sextas-feiras das 17h às 21hLocal- Centro Cineclubista- Rua Augusta, 1239, Conjunto 13 / 14Entrada FrancaMais informações: 11 3120-4765 / 3214-3906

AGENDA DA CARAVANA

Agenda da CARAVANA DO CORDEL

OUTUBRO:
Dia 24 – EE Dom Duarte.
Dias: 29, 30 e 31 – II Salão da Literatura de Cordel
Biblioteca Monteiro Lobato-Guarulhos-SP

NOVEMBRO:
Dia 05 – Semana Cultural EE Dom Duarte.
Dia 08 – 4º Encontro da Caravana – Cine Clubista de São Paulo,
Rua Augusta, 1.239 – Salas 13/14 – Metrô Consolação
Sentido Centro-SP à Partir das 19hs – Grátis.

Dia 12 – APEOESP – Praça da República-SP.
Dia 13 – USP – Aula Espetáculo.
Dias: 17, 18 e 19- Águas de Lindóia-SP – Conferência da Educação.
Dia 20 – MASP – Dia da Consciência Negra.
Dia 27- Praça da Sé – Centro-SP.

DEZEMBRO:
Dia 5 – 5º Encontro da CARAVANA DO CORDEL
Cine Clubista de São Paulo.
Encerramento das Homenagens a um dos pioneiros do Cordel, o Paraibano
Leandro Gomes de Barros.

DIA HISTÓRICO EM SÃO PAULO

DIA HISTÓRICO NA CIDADE DE SÃO PAULO: 8 de OUTUBRO: DIA DO NORDESTINONoite de quinta-feira, o Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo está lotado. Cerca de 500 pessoas estão presentes para celebrar o Dia do Nordestino, sob a lembrança do centenário do Poeta Patativa do Assaré. Poetas, cantores, e artistas apresentaram criativamente encenações, poesias do Patativa, e canções de Luiz Gonzaga. Presentes comunidades, organizações de nordestinos, SPM, pessoas dos meios de comunicação, políticos e artistas. Nos discursos muito se falou da presença dos nordestinos em São Paulo, “a maior cidade nordestina do país”. Foram momentos de emoção, principalmente quando um dos poetas comunicou ser filho do Patativa do Assaré. Filho e neto presentes na homenágem. Foi lida uma mensagem enviada pelo Presidente Lula lembrando sua trajetória de migrante nordestino em São Paulo. O Dia do Nordestino surgiu pela lei 14.952/2009, de autoria do vereador Francisco Chagas, do PT. A escolha do dia 8 de outubro debe-se à data do nascimento do poeta Catullo da Paixão Cearense, autor da música Luar do Sertão.

DIA DO NORDESTINO, AGORA É LEI

Agora é Lei. Dia 8 de Outubro é “Dia do Nordestino” em São Paulo .
São Paulo é conhecida por ser a cidade onde vive o maior número nordestinos de todo o Brasil, fora o próprio Nordeste. Mas, por incrível que pareça, apesar dos milhares de migrantes que chegam a São Paulo todos os dias, não havia uma data em que a comunidade pudesse comemorar aqui, em São Paulo.

Agora tem. Por iniciativa do vereador Francisco Chagas (PT), a comunidade nordestina vai comemorar, no próximo dia 8 de outubro, pela primeira vez, o DIA DO NORDESTINO. A Lei 14.952/2009 fixa a data em homenagem ao centenário do nascimento de Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré, poeta popular, compositor e cantor cearense. Além de ser a data em que se comemora o Dia do Nordestino, na Região Nordeste, em homenagem a Catullo da Paixão Cearense. A partir de agora, a data entra para o Calendário Oficial de Eventos do Município.

A Sessão Solene de Comemoração ao Dia do Nordestino será, às 19 horas, do dia 8, no Salão Nobre da Câmara, 8º andar. Haverá a exibição do documentário “Patativa do Assaré – Ave Poesia”, de Rosemberg Carly. Vários artistas estarão cantando em homenagem ao mestre de Assaré, entre eles, o Pernambucano de Araripina, Cacá Lopes, que tem várias músicas gravadas em parceria com Patativa. Neste dia, o Restaurante Escola da Câmara incluirá em seu cardápio do almoço pratos típicos nordestinos. A idéia é fazer com que, já no ano que vem, haja uma semana cultural na cidade em comemoração à data.

CARAVANA DO CORDEL EM SÃO BERNARDO DO CAMPO

CARAVANA DO CORDEL REALIZA EVENTO EM SÃO BERNARDO DO CAMPOPara fazer jus ao seu nome, A Caravana do Cordel, a convite do poeta Moreira de Acopiara realizará seu quarto encontro em São Bernardo do Campo, onde participará do Sarau poético em homenagem ao professor Oswaldo Terra.

O evento terá a participação dos integrantes da Comitiva Literária de São Bernardo do Campo e dos músicos Adilson Casimiro, Cacá Lopes, Zacarias Oliveira e grupo, Jackson Ricarte e Costa Senna. Em novembro, porém A CARAVANA DO CORDEL está de volta a Rua Augusta, 1239. SERVIÇOS 03 de outubro, sábado, 19h. Câmara de Cultura Antonio Assumpção Rua Marechal Deodoro, 1325, Centro, São Bernardo do Campo Mais informações: 4125-0054 Moreira de Acopiara (11) 4072-2749 / 9201-7961

NOVO LIVRO DA COLEÇÃO CLÁSSICOS EM CORDEL

Costa Senna lança Viagem ao Centro da Terra pela coleção Clássicos em Cordel
Além de convidá-los para o lançamento de mais um livro da coleção Clássicos em Cordel, da Editora Nova Alexandria, vou repetir parte do texto que escrevi para a apresentação desta obra que será mais um marco na carreira laboriosa do poeta cearense Costa Senna, aqui parceiro póstumo do grande escritor francês Júlio Verne:Viagem ao Centro da Terra em linguagem de CordelPara quem acha que ficção cientifica e literatura de cordel não combinam, vale citar como exemplo o mais famoso folheto de todos os tempos, o Romance do Pavão Misterioso, escrito por José Camelo de Melo Rezende. Este cordel narra as aventuras do jovem Evangelista, que, a bordo de um aeroplano, o Pavão do título, rapta uma linda condessinha, Creusa, prisioneira do próprio pai, um conde perverso e orgulhoso. A versão poética de Viagem ao centro da Terra se concentra na aventura do trio Lidenbrock, Axel e Hans. Da mesma forma que no romance, Axel é o narrador, ou seja, a história se desenvolve segundo o seu ponto de vista. Na segunda e terceira estrofes, ficamos sabendo que o ponto de partida desta aventura é uma casa localizada numa velha rua de Hamburgo, na Alemanha:Na velha Rua do Rei,Casa número dezenove,Em Hamburgo, na Alemanha,A idéia se desenvolveE, só no final do livro,É que tudo se resolve.Ao cientista LidenbrockEsta casa pertencia.Este voltou apressado,O porquê ninguém sabia.Vamos tentar descobrirO que meu tio sentia.Após uma discussão entre Axel e o tio, é encontrado o já citado pergaminho que possibilitará a Viagem do titulo:No desenrolar do achado,A cena foi nos contendo.A gente não acreditavaNaquilo que estava vendo:Símbolos incompreensíveisNele foram aparecendo.O amor de Axel por Grauben, sua noiva, também mereceu destaque nesta adaptação:Grauben era minha noivaE a primeira namorada,Toda cidade queriaVê-la comigo casada.Nosso casamento estavaCom a data já marcada.A verdade é que, nos momentos mais difíceis da expedição, a lembrança da amada realimenta em Axel a esperança de sucesso, mesmo quando tudo parecia estar perdido. Ao final, superados todos os desafios, o poeta deixa claro que os sonhos só não se realizam para aqueles que deixaram de sonhar

AO MESTRE PORFÍRIO

AO MESTRE ALBERTO PORFÍRIO Autor: Klévisson Viana Artista como Porfírio Não nascerá mais nenhum Com seu talento incomum Tinha a pureza do lírio Sofreu amor e martírio Como todo menestrel Mas sendo à arte fiel Tinha talento de sobra Morre o homem, fica a obra Gravada em pedra e papel. Lapidou versos na rocha Fez esculturas nos versos Rompeu vários universos Empunhando a sua tocha Como a flor que desabrocha Seu estro de menestrel Tinha a doçura do mel Um gigante da palavra Morre o homem fica a lavra Gravada em pedra e papel. Foi repentista inspirado No verso foi professor Seguiu sempre com amor Tendo a viola de lado Cantou bem, foi respeitado Foi gigante do cordel Ganhou palmas e laurel No Nordeste em toda parte Morre o homem fica a arte Gravada em pedra e papel. Vá em paz, meu bom poeta Nessa nova caminhada E lá na mansão sagrada Onde a alma se completa Jesus, o maior profeta Lhe abrace com São Miguel… E que o trono de Emanuel Lhe dê amável acolhida Morre o homem fica a vida Gravada em pedra e papel. Seja mais um passarinho No pomar do Criador Castro Alves, o Condor Seguiu no mesmo caminho Aderaldo, Canhotinho… E todo bom menestrel Que contemplando o vergel Escreve para os ateus Que o poeta é a voz de Deus Gravada em pedra e papel.
Postado por Marco Haurélio às 09:10
Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Alberto Porfírio, gênio da poesia popular
Recebi, do poeta e amigo Arievaldo Viana, correio eletrônico que noticiava a morte do mestre Alberto Porfírio, dos maiores criadores que a musa cabocla engendrou.Reproduzo, abaixo, o texto de Arievaldo e envio condolências à família do mestre.Fui informado ainda pouco, por minha cunhada Dulcimar, sobre o falecimento do poeta ALBERTO PORFÍRIO, grande expoente da poesia popular cearense.Alberto era autor do livro “POETAS POPULARES E CANTADORES DO CEARÁ”, publicado em 1978, um dos primeiros livros que li em minha vida e que muito influenciou a minha forma de escrever e declamar.Seus poemas mais famosos são “A estátua do Jorge”, “Cantiga da Dorinha”, “Eu gostei mais foi do Cão”, “No tempo da lamparina” e “Porque não aprendi a ler”. Escreveu também um livro de sonetos e outro sobre as noites de viola da Casa de Juvenal Galeno. Cordelista inspirado, é autor de vários folhetos, muitos deles publicados pela Tupynanquim Editora, de Klévisson Viana. Figura amada e respeitada no meio da cantoria e do cordel, nunca teve o seu talento reconhecido pela mídia, apesar de ter uma verve tão inspirada quanto a de Patativa do Assaré.Repasso para os amigos um pouco de sua biografia, conforme pude pesquisar na internet.Façamos uma justa e derradeira homenagem a esse GÊNIO da poesia sertaneja.ALBERTO PORFÍRIO (1)Alberto Porfírio da Silva é poeta popular, xilógrafo e escultor. Nasceu no município cearense de Quixadá, em 23 de dezembro de 1926. Estudou depois de idoso, quando as condições lhe permitiram e é professor licenciado pela Universidade Federal do Ceará – UFC. Como cantador-repentista, recebeu das mãos da Condessa Pereira Carneiro, do Jornal do Brasil, uma menção honrosa especial. Ministrou cursos de cantoria pelo rádio, publicou o livro “Poetas Populares e Cantadores do Ceará” e quase uma centena de folhetos de cordel. Tem seu nome reconhecido internacionalmente através da enciclopédia francesa Delta Larousse.

14ª PRIMAVERA DOS LIVROS

quinta-feira, 10 de setembro de 2009Home Quem Somos Diretoria Fale com a Libre

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As Editoras mais vistasCOSAC NAIFYÁGALMA PSICANÁLISE7LETRASA GIRAFA – GIRAFINHAMATRIXCIA DE FREUDBARRACUDALUMIARNANKINEDITORA BIRUTA
APOIO APRESENTAÇÃORELEASE OFICIALPROGRAMAÇÃO ADULTAPROGRAMAÇÃO INFANTILIMPRENSAPROFESSOR(INSCRIÇÃO)
PROGRAMAÇÃO CULTURALPrimavera dos Livros 2009 São Paulo10 a 13 de setembro – Centro Cultural São Paulo
SÁBADO, dia 12
10h30 – 12hLANÇAMENTOBrincar é PrecisoMarilena Flores Martins, Editora EvoluirA autora é presidente da Associação Brasileira pelo Direito de Brincar, e busca, com essa publicação, compartilhar com mães, pais, educadores e cidadãos conscientes reflexões sobre a criança, seu desenvolvimento e seu direito às brincadeiras, à alegria e à vida. Também sugerir práticas para implementar esse direito.
11h30 – 13hMESA 1MONTEIRO LOBATO, O EDITOR DO BRASILMarisa Lajolo
14 horasLANÇAMENTORoteiro para um curso sobre a história das idéias politicas no Brasil e no mundoRoberto Saturnino Braga, Editora Publisher Brasil e Fundação Perseu AbramoMais que um panorama histórico sobre a evolução do pensamento político, Saturnino Braga – ex-senador do RJ, com mais 4 décadas de vida política – analisa, em novo livro, as transformações da ética e da democracia tendo em vista a busca pelo ideal de aperfeiçoamento moral humano.
14h30 – 16hMESA 2CORDEL, O BRINCAR DE RIMASTrês respeitados e importantes cordelistas da cena poéticaacional debatem suas experiências com a publicação do cordel e seus formatos atuais. Pela Nova Alexandria, João Gomes de Sá fala da transposição do clássico de Victor Hugo, O corcunda de Notre Dame, para o universo rimado do cordel. Como se deu a passagem e, sobretudo, qual o valor de apresentar um clássico universal adaptado sem perder o essencial da história. Pela Duna Dueto Editora, Moreira de Acopiara fala sobre Cordel em arte e versos, livro que mostra um pouco da história do cordel e da xilogravura, e recita poemas de sua autoria.A mediação da mesa fica por conta de Marco Haurélio, autor de inúmeros livros em cordel, incluindo a Megera Domada da Editora Nova Alexandria.
15h – 16h30MESA 3O QUE SE LÊ NA PERIFERIA DE SÃO PAULOA experiência de Mário de Andrade, inaugurada na capital paulistana na década de 30, de levar um ônibus-biblioteca às periferias das cidades, ampliou-se por meio da iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura e da Libre – Liga Brasileira de Editoras, responsável pela realização de uma oficina por mês, em cada um dos 28 roteiros e bairros cobertos pelo projeto. Os números são surpreendentes e superam o movimento de qualquer biblioteca física, despertando-nos para a questão: O que se lê na periferia de São Paulo?Marta Nose, coordenadora do Ônibus-BibliotecaMarta Martins, editora da Cuca Fresca e oficineira do Ônibus-BibliotecaFrancisca do Val, oficineiro do Ônibus-Biblioteca, CACÁ LOPES -Cantor / Cordelista e oficineiro do Ônibus-BibliotecaCaetano Melo, oficineiro do Ônibus-Biblioteca