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O espetáculo Cantoria DiVersos – respirando arte

De volta às atividades artística presencias

De volta às atividades artística presencias. Após mais de um ano se reinventando, fazendo arte virtualmente Cacá Lopes e Costa Senna estão de volta com o espetáculo Cantoria DiVersos – respirando arte.

Os artistas

Desta forma, os poetas assumiram essa empreitada apresentado músicas e cordéis autorais como um ato de resistência, visto que, a classe artística foi uma das primeiras a parar suas atividades e está sendo uma das últimas a retomar seus ofícios.

Cacá Lopes pernambucano de Araripina é cantor, compositor, violonista, cordelista, educador popular e licenciado em letras. O artista é radicado em São Paulo desde 1985 e já conta com mais de 30 anos que profissão, sendo fomentador de duas expressões culturais que são referências em sua arte: o cordel e o forró. Como cidadão, tem sido representatividade expressiva em prol da inclusão de pessoas com deficiências nos espaços culturais. Aos dois anos de idade contraiu poliomielite (paralisia infantil) e perdeu os movimentos do braço esquerdo. Apesar da limitação e por ser apaixonado pelo violão desde criança, aprendeu a tocar o instrumento com apenas três dedos da mão direita aos oito anos de idade e hoje vive exclusivamente de sua arte. Como cantor e compositor tem nove discos lançados e várias coletâneas. Como cordelista, é autor de três dezenas de cordéis publicados, entre eles: Hino Nacional Brasileiro em Cordel, A Invasão do Estrangeirismo, Cordel do Trava Língua, Provérbios Engraçados, O Semeador de Livros, O Que é o Forró? e cordéis sobre os bairros de São Paulo. Seus livros publicados são: Cinderela em Cordel, Araripina em Cordel e Vida e Obra de Gonzagão. É um dos fundadores do SP Cordel e do Coletivo SP Forró, integra o Fórum Estadual do Forró, além de coordenar, desde 2009, o Sarau Bodega do Brasil

Instagram: @poeta_caca_lopes

Costa Senna – cantor, ator, compositor e poeta. Nasceu em Fortaleza, mas mora em São Paulo há mais três décadas. Iniciou sua vida artística a partir dos anos 80. No teatro, atuou em várias peças e no cinema atuou no curta metragem As aventuras de Raul Seixas na cidade de Thoth, de Jairo Ferreira. Foi personagem dos documentários sobre Paulo Freire: Educar para transformar e Nísia, Paulo e Josué – oficina de memória, ambos da cineasta Tânia Quaresma.

É autor de vários folhetos de cordel, entre eles: Nas Asas da Leitura, Como Nascem os Provérbios, A Arapuca Feminista, Cante Lá e Cante Cá, Criança que Bicho é Este?, Raul Seixas entre Deus e o Diabo e Paulo Freire (com trechos traduzidos), além dos livros: O Raulseixismo, Cartas no Cordel, O Rabo da Raposa, Viagem ao Centro da Terra (em cordel), O Doido, Meu milhão de Amigos, É outra História, O Lobisomem da Avenida São João, Caminhos Diversos – sob os signos do cordel e Cordéis que Educam e Transformam. Gravou os CD’s: Moço das Estrelas, Costa Senna em Cena, Fábrica de Unir Versos, Cante Este Refrão Por Aí e A Palavra Despida.

É curador do Sarau Bodega do Brasil e o representou na 40ª Feira Internacional do Livro de Buenos Aires, em maio de 2014. Segundo o saudoso pesquisador Gilmar de Carvalho, Costa Senna: “Trata-se de um Show-Man-Popular com toda carga que esta expressão traz embutida”.

Instagram: @sennacosta

O espetáculo

O espetáculo será apresentado nas praças e entorno de seis Bibliotecas Municipais da Zona Leste de São Paulo. Confira a agenda de apresentações do Cantoria DiVersos:

O evento de abertura foi na Biblioteca Vicente de Carvalho – Conjunto José Bonifácio – Itaquera- Quarta, 07 de julho – 12hs;

A segunda Biblioteca Jamil Almansur Haddad – Lajeado – Sábado, 10 de julho – 12hs;

Terceira Biblioteca Milton Santos – Itaquera – Quarta-Feira, 14 de julho – 12hs;

Quarta Biblioteca Vinícius de Moraes – Conj José Bonifácio – Sábado, 17 de julho – 12hs;

Quinta Biblioteca Jovina Rocha Alvares Pessoa – Arthur Alvim- Quarta-Feira, 21 de julho – 12hs;

E por fim a sexta Biblioteca Vicente Paulo Guimaráes – Vila Curuçá – Sábado, 24 de julho – 12hs.

Público alvo: Livre

Produção Cultural: @elielma.carvalho

Realização: Secretaria Municipal de Cultura – São Paulo – SP

Abraços e Versos: Um encontro entre o Forró e o Cordel

“Na linguagem do Cordel

Tento desatar um nó,

Para falar da Origem,

Da história do forró

Se vem da expressão for all

Ou é do forrobodó”.

Arte da produtora Suellen Garcez

Primeiramente, quero dizer que é uma alegria inenarrável compartilhar com vocês o ” Abraços e Versos”, esse projeto é a junção de duas linguagens artísticas, e é a arte de Cacá Lopes ! Além disso, quero convidá-los a se juntarem conosco nesta grande conquista da nação forrozeira, a realização do 1º Edital de Fomento ao Forró da cidade de São Paulo.

O Projeto

Em síntese, o projeto “Abraços e versos: Um encontro entre o Forró e o Cordel”, do poeta Cacá Lopes, tem como objetivo mostrar o diálogo entre o Cordel e o Forró, apresentando suas riquezas em 08 vivências online.
Desta forma, a proposta é apresentar como o Cordel pode ser usado como ferramenta de fomento e difusão da cultura forrozeira através das conversas com profissionais e artistas de diversas áreas do Forró, ao mesmo tempo, permitir que o público faça perguntas e comentários sobre os temas a serem debatidos.

As vivências

Para acessar as 8 vivências com profissionais e artistas das diversas áreas do Forró basta clicar no espaço cultural que irá receber o projeto, bem como, para conhecer os artistas clique em seu nome.

  1. Vivência “O Cordel ‘O que é o Forró’” – Convidado: Sandrinho Dupan (Casa de Cultura Freguesia do Ó);
  2. Vivência “Cordel, Repente e Forró” – Convidado: Luiz Wilson (Casa de Cultura Raul Seixas);
  3. Vivência “Como escrever um Cordel” – Convidada: Cleusa Santo (Centro de Referência do Idoso);
  4. Vivência “O Cordel e o Forró como Patrimônios Culturais” – Convidada: Isabel Santos
    (Centro Cultural Santo Amaro);
  5. Vivência “Forró: Dança e Vida Saudável” – Convidado: Professor Vagner (Espaço Cultural Casa Amarela);
  6. Vivência “A história do Cordel” – Convidado: Marco Haurélio (Espaço Cultural Paulo Freire);
  7. Vivência “O Cordel na sanfona” – Convidado: Cicinho Silva (Casa de Cultura São Miguel).
  8. Vivência “A história do Forró em São Paulo” – Convidado: Assis Ângelo (Casa de Cultura Santo Amaro).

As transmissões / Lives

Em abril, serão transmitidas as duas primeiras vivências do projeto: Dia 17, às 18h, no facebook da Casa de Cultura Freguesia do Ó – Salvador Ligabue (@salvadorligabue); Dia 30, às 17h, no facebook da Casa de Cultura Raul Seixas (@casadeculturaraulseixas).

O Cordel “O que é o Forró?

Além das vivências online, serão distribuídos 30 unidades do cordel “O que é o Forró?” para cada instituição cultural que estiver recebendo o projeto. Estes cordéis poderão ser disponibilizados para o público ou serem usados pelas instituições em ações que escolherem.

Realização

Por fim, o projeto “Entre abraços e versos: Um encontro entre o Forró e o Cordel” é realizado pelo poeta Cacá Lopes, pela produtora cultural Suelen Garcez e pela ONG Somjia, com o apoio do 1º Edital do Fomento ao Forró, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.
Informações: (11) 95901-5155 / suelengarcez.produtoracultural@gmail.com

Aos que fazem acontecer as lives nossas de cada dia

“Um outro mundo é possível, o ser humano ainda tem a capacidade de armar a grande rede do bem “

Alguns dos nossos trabalhos

A capacidade de se reinventar foi aflorada no ano de 2020. Ocupar as redes sociais com movimentos culturais, será o legado que os artistas, certamente, levarão pela a vida. Além deste legado, há outra herança que ficará para sempre – compreender que para um artista brilhar nos palcos e nas telas outro profissional extraordinário trabalhou e/ou trabalha muito, o produtor cultural, conheça mais sobre esta profissão.

É importante reconhecer, que sem o outro, somos muito pouco!

Para fazer justiça, é necessário ressaltar a importância das(os) produtores culturais para a sobrevivência da classe artística, especialmente em tempos tão desafiadores. É uma pena que para reconhecer seu valor precisou de uma pandemia que obrigou o mundo parar. Com tudo e apesar de tudo, o reconhecimento e o crescimento cultural, social e político para com estes profissionais é bastante expressivo. Sem estes, os artistas estariam vivendo dias difíceis .

A Grande rede do bem

Antes de mais nada, a pandemia obrigou o mundo a se reinventar e as Lives foram e são o sustentos para os trabalhadores da arte. Em suma, a adversidade evidenciou a importância dos produtores culturais e agregou valores imensuráveis às carreiras destes profissionais, bem como, despertou novos talentos nesta área. Alegria e esperança, sem dúvida, dois dos frutos desta grande rede, os shows virtuais são alento e entretenimento paras milhões de pessoas pelo o mundo.

De antemão, a nossa gratidão a estas e estes profissionais que tornaram, possíveis, alguns dos nossos trabalhos: Suellen Garcez – que ainda tem me ensinado ócios do ofício , Zé da Lua, Luana Oliveira e Telma Queiroz.

Por fim, chegamos a conclusão de que o que é bom e bem feito é resultado dos esforços de muitos. Desta forma, ao reconhecer que esta premissa é uma verdade absoluta… ao invés de apontar nossas diferenças, passamos a identificar nossas semelhanças, assim, estaremos caminhando para dias melhores. Portanto, fica como dica, a música: A grande rede do bem de Cacá Lopes. Ouçam, reflitam e compartilhe… junte-se a nós!

Reinventar é a arte dos que desejam continuar caminhando

“Se quer ir rápido, vá sozinho;

Se quer ir longe, vá em grupo.”

Tempos de reflexão

Certamente com os tempos reflexivos que estamos vivendo ou melhor sobrevivendo, percebemos que, acima de tudo, a capacidade de se reinventar é a grande vantagem que o ser humano pode conscientemente se vangloriar. Assim sendo, o artista pernambucano, Cacá Lopes, desde a sua infância aprendeu a ressignificar as possibilidades que a vida lhe incorria. Quando tinha apenas dois anos de idade contraiu poliomielite / paralisia infantil por conta da sequela perdeu o movimento do braço esquerdo, em virtude de sua paixão pelo violão desde criança, aprendeu tocar com apenas três dedos da mão direita e vive exclusivamente de sua arte.

Arte de Onézio Cruz

Cacá Lopes é um artista diverso, para bem dizer, completo. É cantor, compositor – com aproximadamente cento e sessenta composições escritas, violonista, cordelista e educador social. Contudo, viver de arte, obviamente requer criatividade e disposição, desta forma, ele não apenas faz trabalhos solo, como também com coletivos.

Projetos solo: Shows – voz e violão, palestras e oficinas. Desenvolve desde 1995 o Projeto Música e Cordel nas Escolas – assistido por milhares de alunos e educadores da rede pública e privada da cidade de São Paulo e interior paulista.

Como diz o Provérbio Africano “Se quer ir rápido, vá sozinho; Se quer ir longe, vá em grupo.” Cacá Lopes compreendeu bem este conceito, neste sentido, é um dos fundadores dos Coletivos: SP Cordel, SP Forró e integra o Fórum Estadual do Forró. Coordena há onze anos o Sarau Bodega do Brasil juntamente com o amigo, parceiro e fundador do sarau, o poeta Costa Senna.

Projeto Música e Cordel nas Escolas

PROJETO CORDEL NAS ESCOLAS: o cordel como ferramenta pedagógica é um evento multidisciplinar que acontece nas escolas de São Paulo. Com a finalidade de difundir a arte dos versos e das rimas na sala de aula, contribuindo, desta forma, com a formação de jovens leitores e apreciadores deste gênero literário.

O Sarau Bodega do Brasil

O Sarau Bodega do Brasil: encontro de culturas populares atua desde outubro de 2009, promove um encontro por do mês, das 18 às 22 horas, os encontros mensais acontecem no auditório da Ação Educativa na Vila Buarque, região central da capital. Trata-se de um amplo encontro de culturas populares, com destaque para a cultura nordestina: cordel, repente, aboio, embolada, poesia, dança e muita música brasileira.

Desta maneira, fomentando a arte e o gosto pela poesia e pela música, o artista pernambucano tem superado os desafios corriqueiros da vida e principalmente se reconhecido em particularidade.

Navegar é preciso, Cacá Lopes retorna as atividades no site

“Porque a arte, acima de tudo, é que nos move”

Olá amigas e amigos! Estamos de volta ao site.

Antes de mais nada, voltamos as atividades do site depois de um período de ausência, primeiramente saliento que retornar ao dinamismo das redes é um prazer inenarrável. Faço votos que a partir de agora possamos compartilhar nossa agenda de saberes e as belezas que a vida tem para nos ofertar.

O trabalho continuou

Nesse sentido, durante esse tempo que ficamos fora do ar, semeamos arte em muitos cantos e lugares. Porque a arte, acima de tudo, é que nos move. A música e a poesia nos fortalece como ser humano e nos transforma enquanto sociedade.

Estivemos na luta juntamente com os amigos buscando fortalecer o Cordel e o Forró, essa duas expressões que são referenciais em minha arte. Conseguimos alguns avanços, entre eles: o reconhecimento do cordel como patrimônio imaterial e cultural do Brasil, em 2018; O Programa Municipal de Fomento e Difusão do Forró, nesta primeira edição fomos contemplados com as Oficinas: Abraços e Versos: Um Encontro Entre O Forró E O Cordel, 2020.

Nesse meio tempo, lançamos músicas, livros, cordéis, o DVD Cantos Gerais, estreamos na FLIP – Festa Literária Internacional do Livro de Paraty- RJ com o grupo SP Cordel em 2019. E participamos de lives e mostras virtuais de artes, 2020.

Ocupando os territórios culturais

Ao longo deste período percorri SESCs; Bienais de Livro; Feiras Literárias; Saraus; Escolas e Universidades em projetos solo – Cordel nas escolas , com o Sarau Bodega do Brasil, SP Cordel e Cordel na Pauliceia.

Nesse ínterim, realizamos shows no Encontro Estéticas das Periferias, no Festival Forró da Garoa, com o Coletivo Bloco do Baião participamos de carnavais de Rua em Itaquera, São Miguel e no Centro. Além disso, atuo, com os coletivos SP Forró e Fórum Estadual do Forró, em suma, promover o Cordel e o Forró tem sido uma constante na minha carreira artística.

Juntamente com outros artistas e trios de forró circulamos as casas de cultura de Santo Amaro, Freguesia do Ó, e outras da Zona Leste. Prestamos homenagens a Jackson do Pandeiro no CTN – Centro de Tradições Nordestinas -no ano do seu centenário, 2019. E a Pedro Sertanejo, o desbravador do forró em São Paulo, no Festival SP Forró em casa. Além de tributos anuais a Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.

CACÁ LOPES CANTA NA USP

Junto ao pessoal da Caravana do Cordel: Costa Senna, Varneci, João Gomes de Sá, Tia Chica, entre outros, Cacá Lopes esteve na última quinta feira na USP Leste, ministrando Oficinas de Cantigas, Trava Línguas e Cordéis, para crianças da Região, convidadas para a III Feira do Livro.

A promoção desse encontro cultural foi da LIBRE/Ônibus Biblioteca e SMC de São Paulo.

COMENTÁRIOS A RESPEITO DA MINHA ARTE

CACÁ LOPES é…

Originário do Sopé da Serra do Araripe, da cidade de Araripina. Um cacife já valoroso, que marcha célere para o mundo da consagração popular, levando bem longe o nome do nosso rincão Sertanejo.
Pedro Irineu de Araújo, Jornal Ouricuri Leonistico

Cacá Lopes (Edvaldo Lopes), encontrará espaço por legitimidade, pela seriedade do seu trabalho, por sua índole. É um pragmático da paz, um resplandecente da causa Nordestina a reluzir pelos rincões do solo Brasileiro.
Francisco de Assis Souza, Comerciante, Araripina-PE.

A alegria matuta do Trio Nordestino e a sanfona mágica do Velho Lua, em meio aos causos e histórias de trancoso do Coroné Ludrugero.
Ednaldo Vieira do Nascimento, Ambientalista e Poeta, Maranguape-CE.

Um dos raros exemplos de artista completo, que investe a sua arte nas raízes da cultura popular, sem jamais ter prostituído o seu talento em troca da fama momentânea e do mero vil metal.
Luiz Mário Romero, Jornal Fato Paulista, São Paulo-SP

Cacá Lopes é um desses artistas inesquecíveis que, ao passar por nossas vidas, tem o condão de nos marcar para sempre o que ele sabe fazer de melhor; a música.

Sua presença no palco é tão intensa e cativante, que nos modifica por dentro, nos retira do cotidiano, do nosso “ senso comum”, ora tornando sensíveis, ora nos inundando de emotividade, ora contaminando-nos de alegria, fazendo emergir nosso riso fácil.

E por suas andanças por aí, acredito, sinceramente, que ele tem conseguido modificar o mundo.
Sonia Pereira Gomes
(Soninha)
Santo André -SP
Fundadora da Comunidade Cacá Lopes
No Orkut

Cacá Lopes é diverso e atinge corações. Sua música serena ou turbulenta, clara ou escura, mas invariavelmente generosa, rega com som e poesia o maltratado coração urbano.

Mariângela
Jornalista
Perdizes-SP

É um vencedor. Não espera acontecer, ele ultrapassa, supera limites, os seus e dos outros. Une a magia da arte àquilo que o povo busca, como se lesse nos corações da platéia, aquilo que desejam transmitir.
Celina Branco Malanga
Tradutora
Planalto Paulista-SP

Cacá Lopes é um valente dos tempos modernos, cuja única arma consiste em um inseparável violão. Driblou uma paralisia e inventou
Um jeito especial de tocar violão.
Donizetti Costa
Jornalista
Diário de S. Paulo.

Incomparável. Não segrega, une. As vezes transparece o cidadão engajado, gritando; A terra é Nossa, em outro momento é menino, brincando num trava-linguas, o que é que Cacá quer?
Mariângela

Cacá Lopes tem juízo, e por ter juízo sabe muito bem o quão malévolo é quase sempre o diacho do modismo ou sucesso fabricado a toque de caixa pelos barões da indústria de consumo fácil.
Assis Ângelo
Jornalista, escritor, pesquisador de
Cultura Popular.

Cacá Lopes, expoente de valor e entusiasta da cultura popular, levando conhecimento do nosso folclore na maior Metrópoles da América Latina.

Fabian Ferraz Falcão.
Caruaru-PE.

A violência das fronteiras não intimida o vôo de Cacá Lopes, batizado a sol e terra no Sertão Pernambucano e criado na marcação dos berimbaus que seu Pai, mestre Elpidio, fazia artesanalmente.
Jornal Pirituba News.
São Paulo-SP.

Seu trabalho aborda a riqueza da Literatura de Cordel. Cacá Lopes com sua música, com sua arte, diverte e transforma.

Jornal da Gente
Jandira-SP

Pernambucano de nascença e Paulistano de coração, Cacá rega com som e poesia o maltratado coração humano.

Eva Santos
Jornalista
Jornal Sertanejo.

Cacá Lopes, não esconde suas raízes musicais Nordestinas, ressalta bem o Sertão em sua obra, em uma de suas músicas bem animadas, todo mundo canta o forte refrão, O Que é que Cacá quer?
Nete de Moraes
Jornal Metrô News
São Paulo-SP.

A arte mostra a fantasia para pensarmos a vida, a realidade.
Cacá Lopes, é parte do que temos de mais belo e importante, o nosso material humano, nossos humanistas que sempre amaram o Brasil.
Danilo Volpato
Artista Plástico
Americana-SP

De Pernambuco, o lugar onde nasceu, o músico absorveu as influencias de Luiz Gonzaga, nos temas ligados à vida na Caatinga Nordestina, e de Raul Seixas, no seu aspecto mais crítico e de protesto.
Jornal Folha de São Paulo.

Respondendo ao preconceito com talento, para superar as discriminações impostas pela sociedade, aos que não atendem aos modelos estéticos por ela instituídos.

Sandro Moraes
Jornalista
Jornal do Comercio
Recife-PE.

Cacá Lopes é aquele menino que ri, que sonha e que brilha. É antes de tudo, um fruto do Sertão Nordestino.

Adauto Ferreira
Jornal Tribuna do Araripe.

Autodidata na música, o Violonista e Poeta já percorreu a maioria dos Estados Brasileiros, mostrando, de forma original, sua arte, uma mistura temperada de lirismo e muita poesia. Seu som lembra Gonzaga, vive Patativa e revive Monteiro Lobato.
Ednaldo Vieira
Ambientalista

Superou todas as barreiras em razão de um problema físico no braço esquerdo, e mostrou que com esforço e boa vontade, pode-se, às vezes, realizar o que consideremos impossível.

Valter Alvarenga
Jornal Folha Metropolitana
Guarulhos-SP.

Cacá Lopes desenvolveu uma técnica especial, onde o seu violão fica apoiado no colo e, só com uma das mãos, a direita,
consegue tirar todas as notas musicais, possíveis aos mortais.

Jornalista Leda Rosa
Diário Popular.
São Paulo-SP.

Continua tocando em frente e buscando atingir, com sua arte,
A plenitude do ser humano, deixando em cada Vilarejo, Cidade e Capital, o seu nome marcado na mente e no coração das pessoas.
Rivaldo Araújo.
Radialista
Brasilia-DF.

Conheça melhor esse Arretado que inventou um método único pra debulhar sua Viola, e encantar a moçada da Periferia de São Paulo, com seu som e sua força de vontade.

Paulo Cavalcanti
Jornalista.
São Paulo-SP

Cacá Lopes, poeta popular da nova geração, morador da Zona Leste de São Paulo, ganha a ida declamando poemas próprios e do seu ídolo Patativa do Assaré.

Jornal Itaquera em Noticias.

É parte integrante dessa corrente energética que se renova todo dia, é um instrumento novo na MPB.
Escobar Franelas
Videomaker.

Cacá Lopes, encantou a todos os Alunos e Professores, com a força de sua arte, nas festividades da Semana do Folclore, realizada nesta Unidade Escolar.

Marisa Cortinas
Diretora
Escola Municipal João de Lima Paiva
Guaianases-SP

É um nome que cresce e aparece, no Cenário da Cultura Popular. Na sua obra, unifica Música e Literatura de Cordel, enriquece e encanta milhares de Estudantes País afora.

Netinho Andrade
Informativo Sertão Atual
Região do Araripe.

Cacá Lopes é, acima de tudo, um vitorioso. Sua grande vitória, (após seu próprio nascimento), foi ter ultrapassado uma limitação física, levando a desenvolver uma técnica ímpar de tocar violão, somente com a mão direita.

Como disse a Jornalista Leda Rosa, em um artigo a seu respeito, “É o talento superando o preconceito”.

Ednaldo Vieira do Nascimento
Presidente da ONG
Serras Úmidas-Maranguape-CE.

CACÁ LOPES é…

Originário do Sopé da Serra do Araripe, da cidade de Araripina. Um cacife já valoroso, que marcha célere para o mundo da consagração popular, levando bem longe o nome do nosso rincão Sertanejo.
Pedro Irineu de Araújo
Jornal Ouricuri Leonistico

Cacá Lopes (Edvaldo Lopes), encontrará espaço por legitimidade, pela seriedade do seu trabalho, por sua índole.
É um pragmático da paz, um resplandecente da causa Nordestina a reluzir pelos rincões do solo Brasileiro.

Francisco de Assis Souza
Comerciante
Araripina-PE.

A alegria matuta do Trio Nordestino e a sanfona mágica do Velho Lua, em meio aos causos e histórias de trancoso do Coroné Ludrugero.
Ednaldo Vieira do Nascimento
Ambientalista e Poeta
Maranguape-CE.

Um dos raros exemplos de artista completo, que investe a sua arte nas raízes da cultura popular, sem jamais ter prostituído o seu talento em troca da fama momentânea e do mero vil metal.
Luiz Mário Romero
Jornal Fato Paulista
São Paulo-SP

Cacá Lopes é um desses artistas inesquecíveis que, ao passar por nossas vidas, tem o condão de nos marcar para sempre o que ele sabe fazer de melhor; a música.

Sua presença no palco é tão intensa e cativante, que nos modifica por dentro, nos retira do cotidiano, do nosso “ senso comum”, ora tornando sensíveis, ora nos inundando de emotividade, ora contaminando-nos de alegria, fazendo emergir nosso riso fácil.

E por suas andanças por aí, acredito, sinceramente, que ele tem conseguido modificar o mundo.
Sonia Pereira Gomes
(Soninha)
Santo André -SP
Fundadora da Comunidade Cacá Lopes
No Orkut

Cacá Lopes é diverso e atinge corações. Sua música serena ou turbulenta, clara ou escura, mas invariavelmente generosa, rega com som e poesia o maltratado coração urbano.

Mariângela
Jornalista
Perdizes-SP

É um vencedor. Não espera acontecer, ele ultrapassa, supera limites, os seus e dos outros. Une a magia da arte àquilo que o povo busca, como se lesse nos corações da platéia, aquilo que desejam transmitir.
Celina Branco Malanga
Tradutora
Planalto Paulista-SP

Cacá Lopes é um valente dos tempos modernos, cuja única arma consiste em um inseparável violão. Driblou uma paralisia e inventou
Um jeito especial de tocar violão.
Donizetti Costa
Jornalista
Diário de S. Paulo.

Incomparável. Não segrega, une. As vezes transparece o cidadão engajado, gritando; A terra é Nossa, em outro momento é menino, brincando num trava-linguas, o que é que Cacá quer?
Mariângela

Cacá Lopes tem juízo, e por ter juízo sabe muito bem o quão malévolo é quase sempre o diacho do modismo ou sucesso fabricado a toque de caixa pelos barões da indústria de consumo fácil.
Assis Ângelo
Jornalista, escritor, pesquisador de
Cultura Popular.

Cacá Lopes, expoente de valor e entusiasta da cultura popular, levando conhecimento do nosso folclore na maior Metrópoles da América Latina.

Fabian Ferraz Falcão.
Caruaru-PE.

A violência das fronteiras não intimida o vôo de Cacá Lopes, batizado a sol e terra no Sertão Pernambucano e criado na marcação dos berimbaus que seu Pai, mestre Elpidio, fazia artesanalmente.
Jornal Pirituba News.
São Paulo-SP.

Seu trabalho aborda a riqueza da Literatura de Cordel. Cacá Lopes com sua música, com sua arte, diverte e transforma.

Jornal da Gente
Jandira-SP

Pernambucano de nascença e Paulistano de coração, Cacá rega com som e poesia o maltratado coração humano.

Eva Santos
Jornalista
Jornal Sertanejo.

Cacá Lopes, não esconde suas raízes musicais Nordestinas, ressalta bem o Sertão em sua obra, em uma de suas músicas bem animadas, todo mundo canta o forte refrão, O Que é que Cacá quer?
Nete de Moraes
Jornal Metrô News
São Paulo-SP.

A arte mostra a fantasia para pensarmos a vida, a realidade.
Cacá Lopes, é parte do que temos de mais belo e importante, o nosso material humano, nossos humanistas que sempre amaram o Brasil.
Danilo Volpato
Artista Plástico
Americana-SP

De Pernambuco, o lugar onde nasceu, o músico absorveu as influencias de Luiz Gonzaga, nos temas ligados à vida na Caatinga Nordestina, e de Raul Seixas, no seu aspecto mais crítico e de protesto.
Jornal Folha de São Paulo.

Respondendo ao preconceito com talento, para superar as discriminações impostas pela sociedade, aos que não atendem aos modelos estéticos por ela instituídos.

Sandro Moraes
Jornalista
Jornal do Comercio
Recife-PE.

Cacá Lopes é aquele menino que ri, que sonha e que brilha. É antes de tudo, um fruto do Sertão Nordestino.

Adauto Ferreira
Jornal Tribuna do Araripe.

Autodidata na música, o Violonista e Poeta já percorreu a maioria dos Estados Brasileiros, mostrando, de forma original, sua arte, uma mistura temperada de lirismo e muita poesia. Seu som lembra Gonzaga, vive Patativa e revive Monteiro Lobato.
Ednaldo Vieira
Ambientalista

Superou todas as barreiras em razão de um problema físico no braço esquerdo, e mostrou que com esforço e boa vontade, pode-se, às vezes, realizar o que consideremos impossível.

Valter Alvarenga
Jornal Folha Metropolitana
Guarulhos-SP.

Cacá Lopes desenvolveu uma técnica especial, onde o seu violão fica apoiado no colo e, só com uma das mãos, a direita,
consegue tirar todas as notas musicais, possíveis aos mortais.

Jornalista Leda Rosa
Diário Popular.
São Paulo-SP.

Continua tocando em frente e buscando atingir, com sua arte,
A plenitude do ser humano, deixando em cada Vilarejo, Cidade e Capital, o seu nome marcado na mente e no coração das pessoas.
Rivaldo Araújo.
Radialista
Brasilia-DF.

Conheça melhor esse Arretado que inventou um método único pra debulhar sua Viola, e encantar a moçada da Periferia de São Paulo, com seu som e sua força de vontade.

Paulo Cavalcanti
Jornalista.
São Paulo-SP

Cacá Lopes, poeta popular da nova geração, morador da Zona Leste de São Paulo, ganha a ida declamando poemas próprios e do seu ídolo Patativa do Assaré.

Jornal Itaquera em Noticias.

É parte integrante dessa corrente energética que se renova todo dia, é um instrumento novo na MPB.
Escobar Franelas
Videomaker.

Cacá Lopes, encantou a todos os Alunos e Professores, com a força de sua arte, nas festividades da Semana do Folclore, realizada nesta Unidade Escolar.

Marisa Cortinas
Diretora
Escola Municipal João de Lima Paiva
Guaianases-SP

É um nome que cresce e aparece, no Cenário da Cultura Popular. Na sua obra, unifica Música e Literatura de Cordel, enriquece e encanta milhares de Estudantes País afora.

Netinho Andrade
Informativo Sertão Atual
Região do Araripe.

Cacá Lopes é, acima de tudo, um vitorioso. Sua grande vitória, (após seu próprio nascimento), foi ter ultrapassado uma limitação física, levando a desenvolver uma técnica ímpar de tocar violão, somente com a mão direita.

Como disse a Jornalista Leda Rosa, em um artigo a seu respeito, “É o talento superando o preconceito”.

Ednaldo Vieira do Nascimento
Presidente da ONG
Serras Úmidas-Maranguape-CE.